A semana nos bastidores | #2

Mais uma semana intensa aqui pelos bastidores: árduo trabalho, meus caros. Divertido, mas árduo.

Determinada a fazer vingar este blog *a minha escrita*, tenho investido muitas horas a ler artigos de especialistas na matéria. Como boa navegante cibernáutica que sou, a cada página de internet que abro com um assunto relevante, abro mais duas ou três de assuntos paralelos *ok, confesso: de assuntos irrelevantes mas tão giros de serem lidos*.

Quando falo de assuntos relacionados com gerir um blog, não falo apenas de conteúdo; sobre isso, aliás, nem leio – tenho o  meu muito bem definido. Falo de estratégias de angariação de leitores, de gestão de redes sociais, de organização de artigos, de edição de fotografias – diferente para cada rede social -, tanta coisa! Foram horas infindáveis neste processo. E outras tantas a pôr em prática as leituras: alterei o visual do Instagram (passem por lá, está giro como tudo) e, acreditem ou não, só para escolher o filtro que adoptei demorei um dia. Um dia! De muitas dúvidas, incertezas, de testar várias apps, de escolher aquele e depois ir para outro mais iluminado, de voltar ao mais saturado,… Mas é tarefa concluída, agora é manutenção.

A semana de leituras foi produtiva. Porém, mais uma desistência – Jane Austin que me perdoe, mas ler em inglês a sua obra (Mansfield Park) não me proporciona o prazer de leitura que desejo. Adoro literatura e filmes de época, mas para mim leitura é prazer fluído, é entrar no livro e perder contacto com o mundo exterior. Este tipo de literatura, em inglês, exige um esforço adicional e uma racionalização que não me satisfaz. Em substituição, comecei ontem a ler o The Penguin Lessons, de Tom Michell. Estou a gostar, principalmente porque não me causa o esforço de leitura acima mencionado – é ler fluído. É uma história simples mas muito gira, factos reais. Já vou a meio do livro, portanto em dias irei começar outro. Ainda na dúvida se será Hermann Hesse – Elogio da Velhice – ou The Schock of the Fall, de Nathan Filer. Ou outro, que entretanto possa surgir.

No artigo do último Domingo, propus-me a terminar a capa do meu romance esta semana. O livro está terminado, revisto e aprovado (estas duas acções na mesma frase, acreditem, é uma conquista hercúlea) mas a capa… Passei horas a ver fotografias de homens. Podia ser uma tarefa interessante, tivesse outro propósito, mas é tão difícil escolher pessoas que correspondam à personalidade dos personagens. A gang (entenda-se: o grupo de amigos) ainda pensou em usar as nossas próprias fotografias *discussão hilariante, claro*. Contudo, apesar de não ter cumprido o objectivo de terminar a capa, as fotografias estão escolhidas. O amigo L. vai agora profissionalizar a coisa (muito obrigada!) e no próximo Domingo espero estar a escrever com sorriso orgulhoso de “tarefa cumprida!”.

No meio da azáfama de bastidores, percebi que estava a disparar em todas as direcções: começava várias tarefas, não terminando nenhuma no tempo previsto. Então, decidi criar uma metodologia, algo que me discipline – nada melhor que o maravilhoso mundo do Pinterest para pesquisar sobre o assunto.

Rapidamente encontrei a solução, de seu nome Bullet Journal (desconheço se existe o termo em português e se for à internet para pesquisar, lá se vai o artigo).

O Bullet Journal – em brasileiro é também usada a terminologia Bujo – é uma agenda, mas criada por nós. É perfeito! Pesquisei, tirei ideias e criei o meu. Simples e eficaz. Tentada a fazer uma coisa toda gira e detalhada, obriguei-me a não perder o foco dos Bastidores e a ter um bujo básico. Tenho-o em prática há 3 dias e, so far so good, a cumprir as tarefas a que me proponho. No final do artigo estão alguns links, se tiverem curiosidade para ver do que falo.

A vantagem do bujo é que, além de ter a organização da semana (dia ou mês, como se escolher), inclui também metas e tarefas. Como arranque, escolhi poucas metas mensais: artigos a escrever, angariação de seguidores nas redes sociais e livros a ler; e algumas rotinas diárias, o “habit trackers”: escrever 30 minutos no meu livro, beber 1.5 litros de água e outras. Estando escritas e definidas, sinto-me pressionada a cumpri-las.

Mas a semana de bastidores não foi só trabalho, a vida social também é precisa para sanidade mental e, acima de tudo, de sobrevivência. Quem somos nós sem os nossos?

Também a gang teve uma semana atarefada *gosto tanto*: começámos com encontro em casa da amiga A. para assistir ao terceiro episódio de GoT. Pipocas, aperitivos e silêncio absoluto enquanto o episódio decorria. Não sou fã rendida como a A. ou a C. mas até gosto da coisa. Porém, achei este episódio entediante.

Porque há muito tempo que não havia jantarada, marcámos uma noite de cocktails para quinta-feira. Foi mais um encontro de diversão, conversas cruzadas de tudo e de nada, jogos, lasanhas e, claro, caipirinhas e mojitos sempre a circular. Noite 5 estrelas.

Em Inglaterra, semana que é semana tem ida ao pub. Portanto, lá fomos ao nosso eleito de quarta-feira, onde ouvimos boa música ao vivo. Na minha cidade é só malta talentosa!

Deixo-vos uma amostra da semana e os links para o bujo.

Sigam-me no Instagram para acompanharem de perto as (maravilhosas) inspirações na minha vida – os bastidores da minha escrita.

Boa semana a todos!

semana

LINKS para o Bullet Journal:

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